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| O roubo de R$ 29 mil de um posto de combustíveis em Rio Claro, ocorrido na última terça-feira (6), retomou a discussão sobre os perigos de se transportarem altas quantias em dinheiro sem as devidas medidas de segurança. O major do 37º BPMI, Lideraldo da Silva, comenta que o transporte de valores envolve um hábito arraigado de querer ter o dinheiro na mão, mesmo que isso não seja seguro. O major lembra que, em 2010, a Polícia Militar realizou um trabalho junto aos gerentes de banco para incentivar o uso de pagamento de salários via contas bancárias. Segundo o major, mesmo que um funcionário seja roubado após o saque, é mais fácil e barato repor essa pequena quantia do que um grande montante. Silva conta ainda que também foi feito um trabalho em parceria com a Acirc (Associação Comercial e Industrial de Rio Claro) para o transporte de malotes em comboio com a proteção da polícia. Uma viatura, em horário previamente agendado, percorria os principais corredores comerciais da cidade. Os comerciantes com valores a transportar seguiriam essa viatura até os bancos. O major conta que o trabalho foi feito por três meses, mas foi encerrado por falta de adesão dos comerciantes. Clóvis Delboni, gerente executivo da Acirc, disse que a entidade e a PM mantêm uma excelente relação, mas não existe um convênio entre as duas instituições. “Sempre que solicitamos o auxílio da PM, como em datas comemorativas, horário alternativo do comércio, Facirc, fomos muito bem atendidos”, comenta Delboni. Conforme ele, “a PM realiza um trabalho efetivo junto ao comércio, intensificando o patrulhamento nas principais vias de comércio da cidade em datas sazonais, grandes campanhas e também quando algum associado nos procura, pedindo uma atenção especial”. |