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| Zero Hora: Por que é tão difícil combater os ataques com explosivos? Juliano Ferreira: Estamos trabalhando, mas são várias quadrilhas agindo aqui e no país. É o novo modo de assaltar bancos. Está mais difícil de entrar nos bancos e essa é a maneira mais fácil, já que não precisa ter gerente para abrir o cofre. ZH: Esta modalidade começou a crescer em 2010. Quantas quadrilhas já foram presas? Ferreira: Prendemos mais de 50 pessoas na Serra e na Região Metropolitana. Temos várias estratégias, os bancos têm melhorado a segurança, a Brigada Militar tem adotado rotinas diferentes, ocorreram prisões em flagrante, mas os criminosos voltam às ruas. ZH: Será preciso reforço de pessoal? Ferreira: Vou conversar com o diretor do Deic e pedir mais gente. Temos de identificar e capturar essas quadrilhas. Agora, quando se fala em assalto a banco, é com explosivo. |