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CNTV participa da 119° reunião da CCASP

20Mar

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Diretor Claudio José de Oliveira falando na 119° reunião da CCASP

A Confederação Nacional dos Vigilantes - CNTV participou, nesta terça-feira (19), da 119° reunião da CCASP.

Na pauta da reunião assuntos como estatísticas dos processos punitivos julgados em 2018 e 2019. Segundo levantamento apresentado pelo Departamento de Policia Federal – DPF, no ano de 2018 foram julgados 1653 processos contra empresas de segurança, 46 processos contra empresas de transporte de valores e 233 processos contra escolas de formação. Do total em de processos julgados (4972), foram arquivados 877, isto representa arquivamento de 17,6%. Em multas foi recolhido o montante de mais de 24 milhões de reais. Ainda neste ano, 104.363 vigilantes foram formados. E até a data de 28/02/2019 foram iniciados 662 processos punitivos. Estes números são importantes para nos dar uma visão geral de como está se movimentando o segmento da segurança privada.

Foi debatida ainda a questão da utilização de celulares de propriedade da empresa como sistema de comunicação em substituição ao sistema de rádio e aos celulares com internet móvel. Neste item, todos os presentes manifestaram preocupação, já que é importante a garantia da segurança dos trabalhadores e também o sucesso da operação. Lembraram que a dona da empresa Claro, que comprou a empresa Nextel, já avisou que pretende encerrar as atividades no Brasil e que tudo tem que ser levado em consideração na hora de determinar meios que garantam segurança. A CNTV lembrou que no ano de 2013, a nosso pedido, foi criado um grupo de trabalho que resultou na portaria que regulamenta esta questão e solicitou que novo grupo para tratar deste assunto fosse criado. De pronto, nossa proposta foi acolhida pelo DPF e por todos os membros da CCASP.

Outro debate importante foi o combate à clandestinidade. Houve unanimidade em afirmar que este é um assunto que trás sérios problemas para a atividade de segurança privada. O DPF trouxe os resultados das Operações Segurança Legal feitas nos anos de 2017 onde tiveram 350 alvos e 142 autos de encerramento de empresas e no ano de 2018, onde foram 242 alvos e 109 autos de encerramento. Aproveitamos para colocar questões que também tiram postos de trabalhos dos vigilantes, como: em Petrópolis/RJ, onde os vigilantes estão sendo substituídos por Policiais Ferroviários, bem como, no Pará e no Espirito Santo onde os vigilantes estão sendo substituídos por policiais aposentados/reformados.

Na reunião foram abordados outros assuntos de relevância como Regulamentação de Explosivos, assuntos que afeta diretamente a atividade, o uso de girolex nas viaturas da segurança e o andamento do Estatuto de Segurança Privada.

Representando os trabalhadores estiveram presentes a Confederação Nacional dos Vigilantes - CNTV, a Confederação Nacional dos Bancários – Contraf e o Sindicato de Transporte de Valores do Distrito Federal – Sindvalores/DF. Pela CNTV, nos representou o diretor geral, Claudio José de Oliveria, também presidente do Sindicato dos Vigilantes de Niterói/RJ.

Fonte: CNTV

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