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Empresários discutem segurança na Copa durante VIII FESP

16Abr

Em ) - 13 2014 a

As questões em evidência no segmento de segurança privada do Brasil, como o planejamento da segurança na Copa 2014, foram debatidas durante o VIII Fórum Empresarial de Segurança Privada (FESP), evento voltado para empresários e representantes do setor de segurança privada, realizado pelo Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado de São Paulo (Sesvesp), entre os dias 11 e 13 de abril em Campos do Jordão-SP.

Nos três dias, seis palestras técnicas colocaram os assuntos em debate, como a palestra Segurança em Grandes Eventos, ministrada pelo consultor Igor Pípolo, que trouxe as preocupações e providências quanto ao planejamento, integração de forças e preparo técnico e pessoal, tanto público quanto privado, para que o Brasil possa oferecer plenas condições de segurança nos Jogos.

“O segmento privado já vive uma experiência interessante no planejamento da segurança de grandes eventos, principalmente em São Paulo e no Rio Janeiro. O desafio, no entanto, será levar esta experiência aos demais estados e integrar as forças de segurança nacionalmente”, explica Pípolo.

O consultor lembra que um esquema de segurança é eficiente quando há uma preparação detalhada, focada na prevenção dos possíveis problemas que possam ocorrer. “Riscos sempre existem, o papel da segurança privada é minimizá-los e conter os focos de problema”, conclui.

Além desse assunto, outros temas estiveram na pauta de discussões, como o Estatuto da Segurança Privada, em discussão no Ministério da Justiça, e os desafios das questões trabalhistas, enfrentados pelas empresas. “Esta é uma grande oportunidade que o empresário tem de fazer negócios, discutir os assuntos pertinentes e se atualizar com relação às informações técnicas”, explica José Adir Loiola, presidente Sesvesp.

Sesvesp – Fundado em 1988, trabalha como entidade sindical que congrega e representa as empresas de segurança privada, segurança eletrônica e dos cursos de formação e aperfeiçoamento de vigilantes no Estado de São Paulo. Trabalha para coibir a prestação de serviços por empresas informais, que somam cerca de um terço do total de companhias do segmento. Luta, também, para que seja aprovado o Projeto de Lei 4594/2004, em tramitação no Congresso Nacional, qualificando como crime a contratação de serviço de segurança privada clandestina, além da utilização de vigilantes sem treinamento e registro na Polícia Federal, que é o órgão público responsável pelo controle da segurança privada no Brasil. www.sesvesp.com.br

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