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Paraná: Funcionários de transporte de valores aprovam greve da categoria

31Jan

Os funcionários que trabalham na área de transporte de valores em Curitiba e região metropolitana aprovaram, após assembleia realizada no dia 26 de janeiro, o início de uma greve a partir desta quarta-feira (1). O motivo é o impasse na negociação salarial da categoria, que pede aumento superior à reposição da inflação, oferecida pelas empresas.

De acordo com o Sindicato dos Vigilantes de Curitiba e Região Metropolitana, a categoria não conseguiu acordo com as empresas sobre o reajuste salarial. Os funcionários pedem, além do reajuste sobre a inflação, calculado pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), mais 5% nos salários. As empresas, segundo o sindicato, ofereceram apenas a reposição das perdas perante a inflação.

Além do reajuste nos vencimentos, os vigilantes também pedem melhorias nos benefícios, como aumento no valor do vale-alimentação e no adicional de segurança. De acordo com o Sindicato, as empresas também não ofereceram melhorias nesses benefícios.

A greve da categoria deve afetar o abastecimento de dinheiro em agências bancárias, caixas eletrônicos e casas lotéricas, transporte de malotes e serviços feitos com carro-forte. O Sindicato dos Vigilantes de Curitiba e Região Metropolitana informou, por meio da assessoria de imprensa, que mesmo com a certeza da greve no primeiro dia de fevereiro, a categoria ainda aguarda uma possível proposta de reajuste salarial por parte das empresas.

A Federação Brasileira de Bancos, por meio de nota, lamentou a situação e disse que a greve prejudica o atendimento ao público. Por isso, de acordo com a nota, a instituição espera que haja bom senso nas negociações para que o atendimento seja retomado com a devida qualidade e segurança.

Os funcionários de transporte de valores marcaram uma nova assembleia, para o final da tarde de terça-feira (31), na sede do Sindicato, para decidir sobre os rumos do movimento e uma possível proposta das empresas.

Vigilância patrimonial

Os membros do sindicato que trabalham com vigilância patrimonial, como os vigilantes que estão dentro de agências bancárias e casas lotéricas, também estão em campanha salarial e realizam, no dia 31, uma assembleia para decidir os rumos do movimento. A categoria, que também ameaça paralisação, vai analisar, durante o encontro que acontecerá na Praça Santos Andrade, no centro de Curitiba, uma proposta das empresas para o reajuste salarial e benefícios.

A categoria pede aumento salarial de 5% acima do INPC, além de 18% a mais nos vencimentos como adicional de risco de vida. As empresas ofereceram aumento de 1% acima da inflação e um adicional de 15% no salário dos funcionários. Atualmente, o adicional é de 12,5%.

De acordo com o Sindicato, a possibilidade de greve dos funcionários da vigilância patrimonial é menor, porque as empresas ofereceram reajustes acima da inflação e a negociação está mais avançada.

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