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Com procura, faltam vigilantes particulares

09Jan

Em - 40% a Al asa

Com as férias escolares e o verão, muita gente aproveita para viajar. Para não deixar a residência sem supervisão, procura pelos seguranças particulares, conhecidos como vigilantes. A procura por esse tipo de profissional cresceu, em média, 20% em Jundiaí e região, mas a grande dificuldade é encontrar pessoal especializado e treinado para atuar. Segundo o presidente da Associação dos Vigilantes Autônomos de Jundiaí, Mariano Francisco da Silva, a procura pelo serviço cresce a cada mês, mas é sempre maior no período de férias.

"O problema é que está faltando profissional. Existem na região atualmente cerca de 800 vigilantes. O problema é que muitos acabam conseguindo emprego registrado em empresas e param de trabalhar no setor", explica. Para trabalhar regularmente como vigilante é preciso ter a credencial, que é fornecida pela Polícia Civil. "Isso não é difícil. Basta não ter antecedentes criminais. A renovação é anual, no fim de fevereiro." A capacitação, que tem 20 horas de duração, pode ser feita na Guarda Municipal e as inscrições estão abertas para os interessados.

Em média, um vigilante particular tem rendimentos entre R$ 1 mil a R$ 4 mil por mês, dependendo do local e da forma de trabalho. A moto é, geralmente, do próprio vigia. Para os moradores, os valores do serviço também variam. Para uma casa, o custo médio é de R$ 40. "O importante é que, na hora de contratar, o morador se informe se o vigilante é preparado para a função." A consulta e as inscrições para o curso podem ser feitos na Associação, pelo telefone 4526-8756.

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