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Centrais iniciam pressão pela redução da jornada para 40 horas

08Jul

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Centrais sindicais realizaram, nesta quarta-feira (6), manifestação em Brasília para pedir a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais e o fim do fator previdenciário, entre outras reivindicações.

Segundo cálculo da Polícia Militar, cerca de 2 mil pessoas participaram da atividade. Para a organização do evento, o número ultrapassou os seis mil participantes. O ato fechou duas das seis vias do Eixo Monumental, uma das principais vias da capital federal.

Os sindicalistas saíram em passeata da Catedral de Brasília e seguiram para o prédio anexo da Câmara dos Deputados. Não houve registros de incidentes durante a passeata.

O presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), conhecido como Paulinho da Força, disse que as mobilizações vão começar agora e que, no fim do recesso parlamentar, em agosto, as centrais irão voltar a Brasília.

"Vamos fazer pressão aqui no Congresso para que seja votada a proposta que reduz a jornada de trabalho, a proposta que trata do fim do fator previdenciário e a que regulamenta a terceirização", afirma o dirigente.

Paulinho disse ainda que a Força Sindical está organizando uma grande manifestação em São Paulo, que deverá reunir 100 mil pessoas, em agosto.

CUT
Centenas de servidores públicos em greve se reuniram no centro do Rio de Janeiro em um protesto que começou nesta quarta para reivindicar melhorias de trabalho, em comemoração ao Dia Nacional de Luta, organizado pela Central Única dos Trabalhadores (CUT).

Os trabalhadores reivindicam ganhos reais de salário e a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, sem diminuição no salário, direitos trabalhistas para funcionários terceirizados, fim da violência rural nas áreas de florestas, a não privatização de aeroportos, entre outros temas.

Diálogo
Para o presidente da CUT no Rio de Janeiro, Darby Igayara, a principal reclamação é a de que o governo não abre espaço para diálogo com a classe trabalhadora.

"Nós tivemos durante o governo Lula uma relação mais próxima, ou seja, o governo recebia os movimentos, as entidades, as centrais sindicais e a CUT, cada uma com as suas reivindicações específicas e suas pautas, fora os temas nacionais", declarou.

O dirigente alertou ainda que o problema é que "no governo Dilma até agora nós não tivemos condições de dialogar com o governo. Então a ideia é a CUT começar os movimentos, a colocar pressão buscando esse diálogo", disse Igayara.

O ato reúne trabalhadores de diversas categorias do estado e faz parte de um movimento organizado em todo o país. No Rio de Janeiro, os manifestantes se concentraram na Avenida Presidente Vargas e caminharam até a Cinelândia.

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