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Agências podem aumentar câmeras de segurança para combater saidinha de banco

07Jun

Representantes dos bancos e dos sindicatos ligados à área se reuniram na útima quinta-feira (2)para debater maneiras de combater crimes nos bancos, segundo informou a Febraban (Federação Brasileira dos Bancos).

De acordo com a federação, durante o evento (Terceira Reunião da Mesa Temática de Segurança Bancária) foram levantados assuntos como golpes das saidinhas, assaltos a caixas eletrônicos e outros tema da área de segurança.

Uma das medidas que está sendo analisada é o aumento do número de câmeras de vídeos como forma de combater estes crimes.

Segundo o diretor da Contraf-CUT (Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro), Ademir Wiederkehr, tal medida atenderia a uma das reivindicações dos bancários.

- Outras iniciativas são necessárias, especialmente para impedir a visualização dos saques por olheiros e evitar que clientes continuem sendo vítimas.

Entre outros pedidos, a categoria também defende a instalação de biombos ou tapumes entre a fila de espera e a bateria de caixas, bem como de divisórias entre os caixas, inclusive os eletrônicos. Segundo eles, impediria o acesso visual e garantiria o sigilo e a privacidade das operações.

Explosivos
O uso de explosivos para atacar caixas eletrônicos já se tornou a maior arma usada pelos bandidos para roubar dinheiro desse tipo de equipamento em São Paulo. Durante o ano, foram mais de 50 ataques a caixas eletrônicos com objetivo de furtar cédulas, sendo que em mais da metade dos casos houve explosão.

Crescimento do crime
Vanderlei Reis, gerente de tecnologia da TecBan, empresa que trabalha com segurança bancária, conta que explosões a caixas eletrônicos são um tipo de crime recente no país e que vem crescendo a cada dia.

- Vai fazer um ano [em junho] que o Brasil começou a sofrer esse tipo de ataque, é novo. Essa modalidade já ocorre há alguns anos em outros países, como Bélgica, França e Suíça. Para combater [nestes países], eles desenvolveram dispositivos inteligentes que inutilizam as cédulas e o crime foi a zero.

Tomando como exemplo a estratégia internacional, há um ano começou a ser instalado no país um dispositivo que solta uma tinta avermelhada e mancha as notas na hora do ataque aos caixas. O aparelho está instalado, hoje, em aproximadamente 12 mil caixas no Brasil e em pelo menos 5.000 em SP, de acordo com Reis

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